Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro. (C.L.)


Fuce.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Senhorinha da Pizzaria.

Para o primeiro post de 2012, decidi escrever algo que realmente tivesse um sentido e um sentimento bom envolvido, espero que gostem da "historinha".

Certo dia, resolvi comer uma pizza com uma amiga, e ao chegarmos na pizzaria entrou também uma senhora.

Aparentava ter uns setenta e poucos anos, era bem magrinha, de cabelos tingidos - mas a raiz branca não negava a idade que realmente tinha -, tinha olhos azuizinhos, trajava uma calça de lã cinza, sandália, uma blusa coloridinha com um broche de maçã, uma echarpe também de lã, e nas mãos, segurava uma sacolinha e também uma bengala.

Ela sorriu para nós, e puxou assunto, como quem estivera pedindo atenção. Seu olhar estava solícito por alguém que lhe ouvisse.
Ali estávamos: eu e minha amiga, a senhorinha, as atendentes da pizzaria, e os clientes sentados, fazendo suas refeições. Mas parecia que ninguém mais enxergava a velhinha, senão eu e minha amiga, e antes que déssemos conta, já tínhamos começado a conversar com a mesma.

Ela falou sobre novelas, perguntou se acompanhávamos alguma, e eu respondi a ela como se ela fosse minha avó, com o maior carinho. Lembrei-me muito de minha avó, que neste momento está olhando por mim, de algum lugar melhor que esse mundo injusto e sujo. Lembrei-me do meu pai também, que falecera com mais ou menos a mesma idade dessa senhorinha com quem eu conversava.

Contou piada, riu conosco, nos fez rir absurdamente, como fazia tempo que eu não ria tão involuntariamente e por um motivo tão puro: a inocência de uma mulher, que poderia ser minha avó.
Nos divertimos quando ela disse:
"- Esperem aí, vou contar mais uma piadinha... - olhou em sua sacolinha de plástico, e soltou: 
- Iiih, esqueci meu livrinho de piadas em casa, que pena que eu não lembro de cabeça."


Ela nos disse que fez uma novela, e que seu marido tocava muito rock'n'roll em uma rádio em que trabalhara, e que a esfiha de chocolate "daquela" pizzaria, era muito gostosa! Percebemos a espontaneidade dela, e isso realmente me cativou.

Percebi que a reação das pessoas daquele estabelecimento foi meio desprezível, como se estivéssemos loucas, como quem diz:
"- Nossa, olha a atenção que estão dando à essa senhora maluca."

Às vezes enxergamos tantas coisas pequenas em lugares pequenos, e que tomam proporções tão gigantescas - em relação a brigas, desavenças -, ou então, a ambição de querer sempre mais e mais é tanta, que acabamos esquecendo de pessoas importantes em nossas vidas, e deixamos de dar atenção a elas.

Fiquei pensando na carência dessa senhora, e fiz algumas indagações:
- Será que os filhos dela a ouvem?
- Será que ela tem com quem conversar?
- Será que as pessoas a valorizam pelas coisas que certamente ela já deve ter feito de bom?

Eu só sei que eu a tratei como uma pessoa, que merece respeito acima de tudo, e não me senti nem um pouco envergonhada por qualquer motivo que fosse, que àquelas pessoas por acaso fantasiaram em suas mentes.

A saudade que bateu de minha avó e de meu pai, foi incontestável e indescritível, e vi como forma de retribuição - a talvez alguma vez que eu não tenha prestado tanta atenção em alguma coisa que ambos já me disseram - conversar com a divertida mulher dos cabelos brancos tingidos.

Essa história realmente aconteceu, eu não a inventei, e gostaria muito de dizer para quem teve a paciência e curiosidade de ler, que abracem mais os seus avós, os seus pais, e digam que os amam infinitamente, e o mais importante: converse, ouça-os, pergunte coisas sobre seu passado, parece pouco, mas tenho certeza que eles vão se sentir muito especiais por isso.

Sim, eu sei, a câmera do meu celular é uma merda, mas aí está a  "senhora maluquinha" - apesar de nesta foto não parecer, ela era bem velhinha.
Até a próxima.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Palhaço

O Palhaço:

Assisti a esse filme já faz um tempinho, e não cheguei a comentar sobre ele aqui em nenhum post, mas não poderia terminar o ano sem falar dessa produção nacional, que tanto me encantou.
A começar pelo enredo leve, cheio de sensibilidade; o cenário, a bela fotografia e a magia, que o circo sempre representara.

Em pleno século XXI, é difícil de imaginar que nos ‘velhos tempos’, um circo itinerante era a diversão de uma cidadezinha inteira, e que as pessoas aguardavam ansiosas a chegada da trupe divertida.

Em tempos em que as produções cinematográficas estão cada vez mais high tech, com infindáveis efeitos especiais, eis que surge “O Palhaço”, filme nacional, aparentemente com poucos recursos, mas com alma e sentimento.  O roteiro não tem nada de mais, nenhuma firula, nenhuma super história, nenhum mistério, nenhum romance, mas tem essência e isso pra mim é uma das coisas mais importantes que um filme que quer transmitir pureza, tem que ter.

Sou meio suspeita para falar de Selton Mello, já que sou apaixonada por praticamente tudo o que ele faz, mas eu realmente achei a direção do mesmo brilhante e digna de aplausos.

O elenco é o máximo! Tem desde Paulo José, a Moacyr Franco.
Isso também foi um dos pormenores que curti bastante. Comediantes dos tempos dos nossos pais, mais um motivo para a família toda conferir o resultado da fofa historinha.

Quem não assistiu, eu aconselho!

E vamos valorizar mais as produções nacionais, acho de verdade que estão cada vez melhores e que apesar de alguns filmes terem um ar meio ‘novela’,  frames parecidos com a TV, não podemos negar que há sim coisas muito boas em nosso currículo nas telonas, não?

Até a próxima.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Crítica, BEBÊ!

Há alguns meses eu estou escrevendo algumas matérias e críticas sobre cinema e filmes em geral, e não posto nada aqui, pois, o conteúdo é destinado ao site, mas agora que tenho um apanhado de textos, não vejo problemas em postar e colocar o link da página do site, assim vocês aproveitam e conhecem!

Algumas matérias:


Visitem e confiram muito mais no site!

Beijos, e até a próxima!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Semana da Comunicação

Uau, quanto tempo eu não dou o ar de minha graça por aqui.
Meu blog está meio abandonado, confesso. =/
Também pudera, estou super atarefada por conta do meu TCC, e como podem perceber, estou usando esse post como “Muro das Lamentações” haha.
Bem, na verdade, não era essa a intenção...

Desde o dia 17/10/2011 estou para escrever sobre uma palestra maravilhosa que tive na faculdade na Semana da Comunicação 2011, c/ um ex-professor chamado Filipe Crespo, Mídia da Agência África, e que também já trabalhou na Ogilvy.
Quando eu crescer quero ser como ele, (rs).

Algumas questões sobre “O que o profissional de Mídia faz e como ele trabalha”, foram abordadas, como:

- Questionamento
- Discussões
- Desmistificar paradigmas
- O Consumidor
- Como o profissional de hoje em dia deve ser e se portar?

Uma coisa que muitos se perguntam é: As mídias tradicionais e convencionais, irão ‘morrer’? olha o questionamento aí... =)

Não, as mídias não morrem, as mídias nascem, se renovam, ressurgem a cada dia.

A internet é uma ferramenta importantíssima e imprescindível, mas não vai substituir o jornal.
Há demanda para todos os tipos de meios, então ‘esqueça’ a visão subjetiva  e alienada sobre esse assunto, caro Publicitário!

O que deve acontecer daqui pra frente é uma adequação e adaptação às novas tecnologias, é combinar o anúncio do jornal, com uma variante no site do produto, e assim por diante.

Outra mídia ‘polêmica’ em relação ao seu possível ‘enterro’ é o rádio.
Está certo que não tem como inovar tanto nesse meio, já que o que é vendido é aquele comercial de 30’ ou aquela vinheta de 5’ / 15’, mas podem haver maneiras de reinventar, ou usar os formatos existentes com um texto inteligente e que fisgue o público.

Afinal, na nova Era Digital onde a Web 2.0 toma conta da internet, será que os tablets irão dominar o mundo?

A título de curiosidade:
Aqui no Brasil, no ano de 2010 a cada UM tablet vendido, 80 notebooks saiam das lojas para a casa de algum consumidor.
Hoje, em 2011, a cada 1 tablet são 19 notebooks.
Quanta diferença de um aninho pra cá, não?

O fato é que: a tendência é que mais pessoas tenham acesso a ferramentas tecnológicas com o passar dos tempos, (tempos esses, breves!).

As redes sociais estão mudando o jeito de fazermos negócio?- yeah, outro questionamento!

Sim, meus caros, e não é preciso ser muito espertalhão pra saber disso, né?
As mídias digitais estão em todos os lugares, a maioria das grandes empresas utilizam essas ferramentas para incrementar seu relacionamento com os clientes, fornecedores...

O consumidor está no poder?

Evidente que sim!  O consumidor tem o poder de elogiar e/ou criticar a marca, em milésimos de segundos com um simples clique, e PUF, uma infinidade de pessoas que nem sequer conhecem o ser humano que resolveu 'pôr a boca no trombone', são impactadas com aquela mensagem negativa (ou não né), referente ao produto “X”.

Então a lição nº 1 é: Entrou em alguma rede social? Tenha como atender o seu público, e saiba encarar críticas, pois, geralmente essas sempre vêm de ‘brinde’,


Bom, fora TUDO ISSO, também tivemos a oportunidade de analisar alguns cases sensacionais, mas que vou citar apenas alguns nesse post, porque foram muitos!

Vamos aos CASES *-*

Case 1: Mitsubishi Pajero Sport – O 4x4 para você ir mais longe 
Para trabalhar esse objetivo com o consumidor  foi feito um acordo com os canais Globosat (a cabo) onde, quando se começava a passar o comercial, a pessoa era induzida a trocar de canal e a cada emissora trocada, o carro ia percorrendo o trajeto.
Não encontrei link para ilustrar =/

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Case 2: Tipp EX – A Hunter Shoots a Bear
Esse dispensa comentários, já que encontrei o link.

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Case 3: Nestlé – Promoção Junta Brasil

Esse case foi super ousado e juntou em rede nacional os programas “Domingão do Faustão” e “Domingo Legal”, onde a tela das duas emissoras foram divididas, dando espaço para os dois apresentadores anunciarem a promoção da Nestlé.

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AGORA, O MELHOOOOOR:

Case 4: Cerveza Andes

Acho que esse também dispensa comentários e explicações, e também seria uma sacanagem eu contar, porque é foda demais (desculpem a expressão, hehe).

Bom, espero que tenham curtido esse post, super “Publicitário”, rs.

Até a próxima.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Des. Afeto. Apego. Assossego. (?)

Querida Vida,
Há exatamente 22 anos, a Sra. faz parte de mim, é assim que chamo a mistura ora pastosa, ora homogênea que vira e mexe cisma em não 'dar o ponto' que preciso.
Mas dizem que cada um tem uma maneira, uma forma de intensificar a Sra.
Cada qual a sua performance.
Vez ou outra, acho que a Sra. pensa que nosso corpo, nossa alma é palco.
Prega peças sem receios, sem medos, sem noção das consequências que podem causar.
E eis que uma delas me atingiu.
Me feriu.
Me consumiu e me derrubou.
A questão não é O que acontece, e sim COMO acontece.
Muitas discussões podem ser evitadas, ocasiões podem ser aproveitadas de forma útil e eficaz, entretanto, vai falar isso pro bendito Coração.
Esse é outro que vive se metendo em confusões, onde nem chamado ele é, mas vai assim mesmo. Abusado que só.
Esse corpo viu, é tomado por intrusos.
Dizem que a família é o bem mais precioso de um ser humano.
E isso eu tenho que concordar!
Embora, alguns membros acreditem que família mesmo são as pessoas que escolhemos para ficarem ao nosso lado, nos momentos felizes (principalmente).
Por que? Porque é isso que me parece.
Tenho meus amigos, mas posso contar com uma mão, quem são aqueles por quem eu brigaria, colocaria a mão no fogo e deixaria de falar com alguém da minha família, (sim, de sangue).
Perdão?
Tão banalizado quanto o "Eu te amo", em minha concepção.
Se tem uma coisa que não sou, é hipócrita.
Não vou falar o que não estou sentindo, apenas para apaziguar.
Não vou mentir.
Não vou fingir que está tudo bem.
Mas, pode ter a certeza, de que o amor que eu sinto por você, NUNCA ninguém jamais vai mudar.
Mágoa, tristeza, revolta, raiva, ódio, ciúmes, insegurança, sim, todos esses sentimentos juntos, foi o que eu senti, é o que eu sinto ainda.
Provocações de pessoas que nem sequer me conhecem também me deixam muito chateada.
Mas não vou discutir isso.
"Desculpa", "Perdão", é algo que tem que partir do coração.
E se não estás errada, eu também me coloco na mesma posição.
Não lhe parabenizei. Falsidade não me cabe. Nunca lhe desejaria o mal.
E só não fui aos cumprimentos, pois, qual seria a recepção?
Que sejas feliz, que alcance suas metas, que realize os seus sonhos.
E que se lembre que Jesus Cristo é quem determina as nossas vitórias.
Não vou dizer que o  'motivo' foi um 'evento', não, por incrível que pareça o principal desse desabafo não foi isso.
Mas foi o pouco caso, as palavras que foram colocadas em minha boca - e isso eu não admito -, provocação da parte de quem nem sei quem é, e vice-versa; insultos que eu tenho certeza que aconteceram pelas minhas costas (...).
Eu queria ser breve, mas aqui é o único lugar que posso vomitar meus sentimentos sem que ninguém me julgue.
Não tolero falta de consideração. Poderia ter partido de qualquer um, mas não de você.
Se aguardas um pedido meu, aguardo também um pedido seu, estaremos kits.
EU TE AMO. Mas estou bem triste.


 Parece que algumas vezes deveria existir o botão: terminantemente proibido se expressar.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Fest'Up - 18/09 (parte 2) e final :D

Bom, postei no sábado sobre o 23º Fest'Up (Festival Universitário de Propaganda), evento realizado a fim de selecionar a nata da publicidade e reunir em dois dias de muito bate-papo, esclarecimentos e gana de querer chegar aonde os grandes profissionais da área estão hoje.

Acordar em pleno domingo às 7h00, vale a pena quando se tem uma motivação como um evento deste porte (e também porque não é nada 'baratinho', R$ 150,00 para participar!). Mas vale a pena o investimento, JURO!

Lá estávamos nós: eu, minha amiga Dani da UMESP e o Victor - que é da minha sala - cedinho, e a primeira palestra que assistimos no domingão foi com o Eduardo Bicudo, da agência Wunderman, que falou sobre como a tecnologia vem inovando o mercado a cada dia e também nos reproduziu alguns cases de lançamentos de produtos de importantes clientes, como: Land Rover, Windows 7, Perdigão (ação realizada na Copa do Mundo), Actimel (essa foi show de bola! Eles criaram uma torradeira personalizada com frases do tipo "Ana, já tomou Actimel hoje?", ou "Daniel, não esqueça de tomar Actimel"; e tinha o intuito de educar o paladar das crianças); Bonafont, com a geladeira tuiteira (essa ficou famosinha na internet e é super interessante! A cada vez que a geladeira era aberta, um tweet automático já ia para sua página, explicando a importância de se beber água).

A segunda palestra foi simplesmente DEMAIS! A palestrante da vez: Bartira Pontes, da agência Borghierth Lowe (ui, que difícil!), ela é incrível, super 'despachada' - no melhor sentido da expressão. Não enrola, não faz firulas, é dinâmica e apesar de ser super inteligente, fala em uma linguagem bem jovem e descontraída.
Desse jeito não há um que não preste atenção, não é mesmo?
O tema da palestra era "A inovação e a Mídia", então houveram diversas ilustrações com cases de sucesso onde os meios convencionais não foram os principais aliados da campanha, e sim os meios que geralmente são o apoio ou o complementar.
Como citei em todos, segue uma listinha de clientes poderosos da agência de nome complicado: BIC, Caixa Econômica Federal (muito bacana, eles fizeram um concurso de bandas, totalmente divulgado na web!); e por aí vai.

Agora uma das MELHORES que vi por lá, foi o a do Alessandre Siano, da Agência África.
Adivinhem qual foi o case que ele nos mostrou e explicou tin-tin por tin-tin: VIVO - Eduardo e Mônica!
Foi LINDO!
Vou resumir aqui: Esse projeto super inovador da VIVO demandou muita coragem e 'peito', já que a música escolhida para ser o tema de uma campanha do Dia dos Namorados, foi Eduardo e Mônica, com seus 4 minutos e tralálá. É SÓ uma das músicas mais amada e famosa da banda consagrada Legião Urbana, pouca coisa. rs
Pois bem, tanta ousadia não permitia a eles que abraçassem o mundo, com a verba que eles tinham para investir em mídia não daria para veicular um filme desses em TV aberta, por exemplo, então a estratégia da agência foi utilizar a web para a divulgação do clipe.

Resultado: Mais de R$ 2.400.000,00 investidos em verba de produção (isso mesmo, PRODUÇÃO! Nunca vê-se isso: investir mais em produção do que em mídia. É, eu disse que eles são ousados né? rs); 6 dias de filmagem em diferentes locações; mais de 6 milhões de views nos primeiros 6 dias; mais visto no youtube mundial por 1 semana; vídeo mais compartilhado no facebook com o 'ignorante' nº de 1.400.000!; vídeo mais 'curtido' do mês aqui no Brasil... etc.
Simplesmente O MÁXIMO!

Terceira palestra do dia: foi com o Serginho, da Produtora de Som "Comando S". O cara manda muiiiitooo em som! Manja essas publicidades com aquela musiquinha chiclete, ou com aquela orquestra de fundo, ou em inglês, que você insiste em saber quem está cantando?
Então, o Serginho que produz (muitas delas).

Pra vocês sentirem o garbo do cara, essa é só uma das trilhas executadas por ele (Cervejão, da Nova Schin).
Isso sem contar em outras produções super legais como: Água Cristal, Grendha, Samsung, Wal Mart,, Criança Esperança, etc.

E por fim, o Gil Giardelli da Gaia Creative, 'mexeu' com os nossos neurônios em uma palestra super intelectual, porém, incrível, sobre INOVAÇÃO.

Conclusão beeeeeem resumidinha:


A internet está bombando, as agências digitais são as novas 'queridinhas'. Uma coisa que eu percebi nesse ciclo de palestras, foi que sem estar antenado e por dentro da web 2.0 (que daqui a pouco vira 5.0 e por aí vai), não será possível tornar-se um profissional completo.

Termino aqui com o layout do próximo Fest'Up, os ganhadores foram da Unisanta (de Santos).

Mas antes de finalizar, gostaria de fazer duas observações:

O audiovisual da FAAP deu problema em TODAS as apresentações o que acabou atrasando todas as palestras; pois é né, até as instituições super fodas falham!

Então, até o 24º Fest'Up! (eu já estarei formada se Deus quiser!) rs.

sábado, 17 de setembro de 2011

23º Fest'Up - 17/09/2011 (parte 1)


Hoje começou o 23º Fest'Up que acontece na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado, aqui em São Paulo/SP; onde reúne milhares de pessoas, vindas de todos os lugares do Brasil.

Para resumir, o Fest'Up é um evento organizado pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda) destinado a estudantes e profissionais da área de Publicidade e Propaganda, muitas palestras são ministradas por importantes referências deste mercado; também conta com algumas premiações por conta de 'festivais'/ 'concursos', promovidos em razão do evento, caso esse do "Festival de Jingles" (que acontece amanhã) e também um concurso onde será escolhida a comunicação visual, a carinha, o layout do Fest'Up do ano que vem.


Para não haver confusão, as palestras foram distribuídas em algumas salas. Acabei ficando na Laranja.
A primeira 'aula' que tivemos foi com dois profissionais da agência F.Biz (Camila Costa e Paulo Loeb).
Eles falaram um pouco sobre o universo da propaganda em mídias digitais, nos ilustraram tudo o que disseram em alguns cases sensacionais e de clientes importantes como: Banco Itaú, Campari, Unilever (Seda e sabão em pó "Omo"), xampu Clear, Netshoes, entre outros. (olhem os links, são os cases :D)
Foi ótimo ter entendido um pouco mais sobre campanhas sampling.

Depois tivemos o prazer de ouvir o Ricardo Al Makul, da Agência Rede 106. Ele é ótimo, não deixa a explicação cansativa, é descontraído e o melhor de tudo: nos levou trufas *---* rs.
Bem, para vocês entenderem melhor, essa agência cuida da conta da Cacau Show, por isso o 'mimo'.
O Ricardo falou não só sobre a Cacau Show, mas nos mostrou inúmeras inovações em propagandas criadas por eles como por exemplo da Levi's, Red Bull, Tam Viagens (essa foi a MELHOR, em minha opinião) - sacada genial. Tá, não vou deixá-los curiosos, mas vou resumir, rs.
Eles elaboraram uma campanha baseada em fotos registradas pelos consumidores, ou seja, conectaram os olhares e o resultado foi demais! Citar apenas não tem muita graça, mas para quem assistiu tudo, tenho certeza que irá concordar.

Após essa palestra, ouvimos a Gleydis Salvanha (@gleydis) e o Fábio Rabelo (@frabelo) da Agência Publicis, que não deixou a desejar às outras duas. Também mencionaram alguns cases de sucesso, entre eles um da SWATCH que foi incrível. O cliente não tinha muita verba para veicular, mas desejava aparecer, então eles criaram uma campanha onde aquelas pulseirinhas de 'balada' foram trocadas por pulseirinhas no formato dos relógios SWATCH e acabaram ganhando uma visibilidade imensa, passando no pulso de artistas até na Rede Globo em horário nobre (sim, mídia espontânea, sem pagar nada por isso). Outros clientes: Colírio Moura Brasil, AXN, etc.

E por fim, conhecemos um pouco como funcionam as plataformas digitais com o Eduardo Brandão, da Globosat. Ele nos explicou sobre visibilidade de marcas, canais de apoio, criação de produtos para quem realmente acessa o conteúdo, e algumas funções imprescindíveis dos profissionais que atuam nessa área específica.

Bem, o que posso concluir desse meu dia é que foi muito proveitoso, prazeiroso e me deu um 'gás' em continuar a estudar comunicação para sempre!

Recomendo a todos que estudam Publicidade e Propaganda a participarem =).